sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Despertando seu Potencial Interior, por Paramahansa Yogananda

1. Jazidas de poder se acham inexploradas dentro de você. Em tudo que faz, você usa esse poder inconscientemente, alcançando certos resultados. Porém, aprendendo a controlar e a usar conscientemente os poderes que há em você, pode realizar muito mais. (...) Poucos são os que aspiram desenvolver este potencial. Os demais são vítimas de circunstâncias do passado. Seguem, claudicantes, empurrados por hábitos errôneos e vencidos por sua influência, lembrando-se apenas de dizer "sou pecador", "sou uma pessoa nervosa", "sou um fraco", etc.
2. Quando você transcende a consciência desse mundo, sabendo que não é nem o corpo e nem a mente, e, ainda assim, estando mais consciente do que nunca de que existe, é esta consciência divina o que você é! Você é aquilo em que tudo no universo deita raízes!
3. Todos vocês são deuses... se, pelo menos, pudessem ter consciência disso. Por trás da onda da consciência pessoal, está o mar da Presença de Deus. (...) À medida que for erguendo seu nível de consciência, encontrará uma esfera repleta de grande alegria e júbilo, que ilumina as estrelas e confere poder aos ventos e tempestades. Deus é a fonte de todas as nossas alegrias... desperte da melancolia da ignorância! Você cerrou os olhos no sono da ilusão... acorde, e contemple a Glória divina diante de você!
4. Use todas as provações que lhe vierem como oportunidades para aprimorar-se. Nestas ocasiões é comum ouvir dizer: "Porque isso tem de acontecer comigo?" Em vez disso, você deveria considerar cada prova uma picareta com que cavar o solo da consciência, dando vazão à fonte interior de fortaleza espiritual. Cada prova deveria revelar o poder oculto em você, como imagem da Divindade.
Fonte: "Onde Existe Luz", Paramahansa Yogananda - Self Realization Fellowship

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OM Namah Shivaia - encontro Oriente e Ocidente



Meditação em Yoga: Em yoga Clássica, a yoga de Patanjali, ciência que demonstra a potencialidade possível ao homem, há oito passos a completar, envolvendo disciplinas tanto físicas qto. mentais. Na 1ª destas etapas, se acham disciplinas relativas à autoeducação, ou auto-controle, tais como: não violência (ahimsa), veracidade (satyagraha), continência (brahmacharya), etc. Na etapa seguinte, dita das 'observâncias', estão a prática de pureza, contentamento, esforço sobre si mesmo, estudo e consagração ao Ideal.

O 3° passo, ou 3ª pétala da Flor de Yoga, trata das posturas ou âsanas, ou seja, os modelos gestuais recomendados aos que aspiram algum domínio sobre seu corpo. A quarta etapa é dos 'pranayamas', isto é, as disciplinas necessárias ao controle da energia através da respiração. Pratyahara é a etapa em que se aprende a controlar os sentidos. Dhârana, a 6ª etapa, se ensina a concentração da atenção. O sétimo passo, denominado Dhyâna, se refere às tecnicas de introspecção ou de meditação, e o último degráu chama-se Samadhi, ou completa absorção no Ideal Espiritual.

Este é o caminho de Yoga, relevante símbolo atual do encontro entre Ocidente e Oriente.

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