segunda-feira, 2 de agosto de 2010

"A Alegria e Leveza do Ser"

Para demonstrar como você se deixou dominar pelo tempo psicológico, experimente usar o critério de se perguntar se existe alegria, naturalidade e leveza no que você está fazendo. Se não existir, é porque o tempo está encobrindo o momento presente e a vida está sendo percebida como um encargo ou uma luta.
A ausência de alegria, naturalidade ou leveza no que estamos fazendo não significa, necessáriamente, que vamos ter que mudar o que estamos fazendo. Talvez baste mudar o 'como'. 'Como' é sempre mais importante do que 'o que'! Verifique se você pode dar bem mais atenção ao fazer, que ao resultado desejado através do fazer. Dê sua inteira atenção ao que o momento lhe apresenta. Isso significa que você aceitou totalmente o que é (o que está alí), porque não se pode dar atenção completa a alguma coisa e, ao mesmo tempo, resistir a ela!
Ao respeitarmos o momento presente, toda luta e infelicidade se dissolvem e a vida começa a fluir com alegria e espontaneidade. Ao agirmos com a consciência do momento presente, tudo que fizermos virá com um sentido de qualidade, cuidado e amor, mesmo a mais simples ação. Portanto, não se preocupe com o resultado de sua ação, basta dar atenção à ação em sí. O resultado surgirá naturalmente. Essa é uma valiosa prática espiritual. Na Bhagavad-Gitâ, um dos mais antigos e belos textos espirituais, o desapego ao resultado da ação é chamado Karma-Yoga. É descrito como o 'caminho da ação santificada'!
By Eckhart Tolle no livro "O Poder do Agora", edt. Sextante.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A Luz Interior, uma visão quântica! (II)

Neste estado de sono (sem sonhos) nos esquecemos completamente de tudo. Não estamos conscientes do corpo, da mente, do ego, nem de passado ou futuro, ou de qualquer outra coisa. Ao regressarmos ao estado vígil, dizemos a nós mesmos:- “Oh, que sono reconfortante; gostaria de haver dormido por mais duas horas!”
Não costumamos examinar ou analisar as experiências oníricas com profundidade. De modo ingênuo afirmamos:- “Oh, meu sono foi pacificador, fiquei bastante relaxado!” Não chegamos a perguntar:- “Que eu foi aquele? Era o mesmo eu do estado vígil?” Este eu que está desperto, precisa sempre de uma experiência objetiva: uma visão, um som, algum cheiro e assim por diante. Ele é intensamente ocupado. O eu sonhador também necessita, seja de objetos da memória do estado vígil, ou daqueles de sua própria criação. Em sono profundo, não há nem o eu vígil, nem o eu que sonha. É um outro aspecto da personalidade. Recordando a experiência do sono (sem sonhos), sabemos não haver desaparecido durante aquele intervalo. Nesta fase da consciência, não tínhamos nenhum conhecimento objetivo, como temos nos estados de vigília e de sonhos. Havia uma implícita conscientização de auto-existência e paz, sem a mediação do que usualmente chamamos mente.
A Vedanta aconselha os buscadores espirituais a que coordenem e analisem estas três experiências de vigília, sonhos e sono profundo, e, disto, descobrir sua verdadeira identidade. Um exame mais acurado destes estados nos dá uma visão de que, na personalidade humana, deve haver um elemento comum entre a experiência de vigília, de sonhos e de sono profundo.
Este elemento comum é o verdadeiro observador das experiências nos três estados. Nos sonhos, a pessoa não recorda o eu vígil; em sono profundo, tanto este eu vígil, quanto o eu sonhador são esquecidos. Mesmo assim, nós de algum modo sentimos uma inexplicável continuidade de identidade, interpenetrando os três estados.
Este percebedor, a testemunha dos três estados, é a Luz interior em nós- a Luz da eterna Consciência. As escrituras da Vedanta descrevem, repetidamente, a glória desta Luz, que é nosso verdadeiro Ser. A consciência, ou percepção, que experimentamos em estado de vigília e de sonhos, e mesmo aquela subjacente ao estado de sono profundo, é uma consciência rompida ou distorcida. Nosso verdadeiro Ser é pura Consciência- Consciência sem qualquer conteúdo objetivo. Não é limitada por tempo e espaço, nem por leis naturais. É a Realidade mais fundamental neste mundo e em qualquer outro.
BY  Swami Shraddhananda em "Seeing God Everywhere", Vedanta Press -
Desejando conhecer mais click em http://www.vedanta.org.br/

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A LUZ INTERIOR, uma abordagem Quântica!

Qual é a função da Luz? Revelar objetos encobertos pela escuridão e iluminar áreas que estiverem ocultas. Quando trazemos luz a um quarto escuro, imediatamente tudo que ali estiver poderá ser visto. Com freqüência, de modo metafórico, designamos a função da luz aos níveis mental e moral. Falamos, por exemplo, da luz da consciência. Quando a mente se encontra turbulenta e não pode decidir sobre o que é certo ou errado, dizemos que um tipo de obscuridade bloqueou a mente. Necessitamos de uma luz interior que nos mostre o caminho. Nós a chamamos consciência. Como a luz, ela dissipa as sombras da confusão e propicia uma ação clara. Similarmente, poderíamos dizer que o amor é uma luz. Quando uma pessoa é solitária e não possui ninguém para cuidar de si, a vida é realmente negra. Mas, se outra pessoa aparece e pode compreender e cuidar dela, a escuridão desaparece. Conseguindo nova alegria e esperança, o mundo, de imediato, se torna significativo pela luz do amor.
Poderíamos, também, falar da luz da compaixão, da luz da verdade, da luz da paz e da luz do conhecimento. Em cada caso, uma dificuldade em particular surge, comparável a algo sombrio, e uma experiência positiva de esperança, júbilo e contentamento se efetiva. Estas “luzes interiores” são mais poderosas que a luz física.


A mais importante luz interior é a luz da Consciência. Os Upanishads chamam-na nosso verdadeiro Ser. É a luz central no âmago de nossa existência, iluminando toda experiência- mesmo aquela da luz física. Embora estejamos experimentando a Consciência o tempo todo, é bastante difícil entender sua verdadeira natureza. A Consciência é a própria essência de toda existência. Não possui nem princípio, nem final: é eterna, infinita e sempre radiosa. O que denominamos por luz física- a luz do sol ou da lua, a luz dos relâmpagos ou das estrelas- todas estas luzes são “iluminadas”, ou seja, conhecidas, através de nossa luz mais íntima, a Consciência.
A Vedanta classifica a experiência existencial em três níveis de consciência: de vigília, de sonhos e de sono profundo. Quando estamos despertos, a consciência, ou percepção, se encontra sempre associada a algum objeto- um vislumbre, um som, um cheiro, um pensamento ou alguma emoção. Qualquer coisa conhecida- externa ou internamente- deve ser primeiramente percebida por meio da consciência. Ao observarmos o interior da mente, vemos um incessante fluxo de consciência, ou “experiência”, em contínuo movimento. Algumas vezes nos referimos a este fluxo como consciência objetiva, uma vez que se encontra relacionado a objetos.
Quando sonhamos, algo semelhante acontece, mas de forma diferente: nos sonhos, há elos de experiência e conhecimento tal como no estado de vigília; porém, ao regressarmos ao estado de vigília, compreendemos que aquelas vivências não foram reais. As coisas mais absurdas foram acontecendo, e nós, de algum modo, no sonho, aceitávamos como verdadeiras. Mas, enquanto durava o sonho, nos pareciam tão reais quanto no estado de vigília.
Quem é este “sonhador”? Não pode ser a mente que está desperta. Como pode a mente racional e vígil, que conhece todos os prós e contras, ser enganada pelas incoerentes ocorrências do estado de sonhos? Parece que quando nos encontramos no estado de sonhos, outra mente passa a funcionar, e esta mente sonhadora também é racional naquele estado onírico. Esta mente sonhadora é muito criativa e pode ajustar a aparência de realidade às idéias. Estas idéias, emergentes da mente sonhadora, são realidades objetivas tal como no estado de vigília.
Em sono profundo há também a luz da Consciência. Este estado é uma experiência de paz e tranquilidade. Neste estado de sono (sem sonhos), não temos experiências objetivas como no estado de vigília ou de sonhos. Quando sonhamos, não apenas esquecemos nossos corpos, mas, também, nossas preocupações, ansiedades, deveres e responsabilidades. Este esquecimento periódico da identidade vígil é extremamente necessário tanto para nossos corpos, como para nossas mentes. O movimento incessante da mente- como experimentado nos estados de vigília e de sonhos- é uma carga cansativa. Necessitamos nos aliviar dela. O sono nos traz alívio; é uma pausa neste “conhecimento”. (a continuar)
Extraído do livro "Seeing God Everywhere", do Swami Shraddananda, Vedanta Press 1996.
Mais sobre Vedanta em http://www.vedanta.org/ e http://www.vedanta.org.br/

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Como é que todas estas 'coisas' estão acontecendo?

Pergunta: "Neste exato momento, em minha existência, o que está acontecendo?"
Papaji: "Mesmo agora, antes que um completo entendimento ocorra, é a mesma energia que está funcionando através de nosso corpo, mas o 'ego' dela se apropria, dizendo: 'eu estou trabalhando!'
Dissolva este sentimento e a idéia de que é você que está operando não surgirá mais.
Imagine estar segurando uma folha de papel. Quando a idéia 'eu estou segurando este papel' se dissolve, segurar, no sentido em que sempre se pensou, não é mais possível. Assim, de onde vem a força para segurar o papel? Retorne à fonte desta energia que está mantendo o papel entre seus dedos. De onde os dedos conseguem a energia para reter aquela folha de papel? E de onde veio a inteligência para segurar o papel naquela maneira particular? Como é que todas estas coisas estão acontecendo?
Há uma lição a ser aprendida em tudo que fazemos, em tudo que pensamos; uma lição que só pode ser aprendida ao nos associarmos com esta energia subjacente, sem alegar ser de nossa propriedade.
A cada instante esta energia nos oferece uma lição. A realização pode vir a qualquer momento! Ela acontecerá no instante em que você dominar aquilo que tem que aprender e que as manifestações da energia tentam lhe ensinar. Esta força ergue-se em nosso interior. A inteligência surge da mesma fonte. Não obscureça seu entendimento claro  com pensamentos tais como 'eu deveria fazer isto!' ou 'eu não deveria fazer isto!"
Do livro "Interviews with Papaji", editado por David Godman.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Sri Ramakrishna sobre as diferentes formas de Auto-Realização

Thakurji: “Seriamente e com sinceridade, Deus pode ser realizado através de todas as religiões.
Certas pessoas se permitem discutir à respeito, dizendo: ‘Nada pode ser feito fora da adoração de Kali’, ou ‘Não há salvação exceto aceitando a religião cristã’. Isto é puro dogmatismo! O dogmático afirma -‘Minha religião, apenas, é verdadeira, todas as outras são falsas!’ Esta é uma péssima atitude. Deus pode ser alcançado por diferentes caminhos.
Além disso, outros dizem que Deus possui forma e não é sem forma, e iniciam a discutir. Mas a verdade é que, só pode falar corretamente à respeito de Deus aquele que chegou a vê-lo. Este que, de fato, conhece a Deus, sabe perfeitamente que Deus é tanto com forma, quanto sem forma. Ele possui inúmeros outros aspectos que não se pode descrever.
Certa vez, alguns homens cegos, por obra do acaso, vieram conhecer um animal que alguém lhes dissera chamar-se ‘elefante’. Então, foi-lhes perguntado ao que um elefante se parecia. Cada um deles, assim, começou a tatear o corpo do elefante. Um deles logo afirmou que o elefante era como um pilar; ele havia tocado apenas sua perna. Outro disse que era um grande abanador, pois tocara sua grande orelha. Desse modo, os outros havendo tocado ou sua cauda ou sua barriga, deram suas diferentes versões do elefante. Da mesma maneira, alguém que tenha visto apenas um dos aspectos de Deus, limita Deus àquela visão. É sua convicção de que Deus não pode ser outra coisa mais.”
“Como se pode afirmar que a única verdade sobre Deus é que ele possui forma? Não há dúvida de que Deus vem ao mundo em uma forma humana, como no caso de Krishna. Também é verdade que Deus se revela a Seus devotos em inúmeras formas. Porém, o modo sem forma de Deus também é possível, Ele é o Indivisível Sat-Chit-Ananda como Existência, Conhecimento e Alegria Infinitas. Satchidananda é como um oceano infinito: um intenso frio congela a água da superfície, que flutua no oceano em grandes blocos com formatos variados. De modo semelhante, por meio da suave influência de bhakti, as formas de Deus podem ser vistas à superfície do Oceano do Absoluto. Estas ‘formas’ são próprias aos bhaktas, os amantes de Deus. Mas, quando o Sol do Conhecimento se levanta, o gelo se derrete e se torna água de novo, como antes. Água em cima, água em baixo, por todo lado somente água! Pode ser dito, contudo, que para certos devotos Deus assume formas eternas. Há locais no oceano onde os blocos de gelo não se derretem jamais, assumindo a forma do quartzo.
Estrato de "Sri Sri Ramakrishna Kathamrita", de Mahendranath Gupta.
Querendo conhecer mais click em http://www.kathamrita.org/

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A menos que você admita a realidade da Consciência...

Pergunta: 'Sinto-me, às vezes, como se fosse uma caixa dentro de outra caixa, que está dentro de outra caixa: esta última é a verdadeira Alma?'
Maharaj: "Se você tem um corpo, deve também ter uma alma. Através destas 'caixas', porém, brilha uma inteligência desperta, a luz pura da Consciência! Agarre-se a ela tenazmente. Sem esta luz, o corpo não duraria um segundo. Há no corpo uma corrente de energia, de afeição e inteligência, que dirige, mantém e energiza o corpo. Descubra esta corrente e fique com ela! É claro, esta é apenas uma forma de falar. As palavras podem ser tanto uma ponte, quanto uma barreira.
Um príncipe, que acredita ser um mendigo, só pode ser, conclusivamente convencido, desta maneira: deve se comportar como um verdadeiro príncipe e ver o que acontece! Comporte-se como se o que lhe foi dito fosse verdadeiro e julgue pelo que de fato suceder. A menos que você admita a realidade da consciência, não poderá jamais conhecer a si mesmo!"
By Sri Nisargadatta Maharaj, no livro I Am That, um clássico espiritual moderno.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Há ou não um "Plano Divino"? - por J. Krishnamurti

Pergunta: “Há ou não um Plano Divino? Se não há, qual o sentido de nosso esforço?”


Krishnamurti: Por que nos esforçamos e atrás do que continuamos? O que aconteceria se não nos esforçássemos: haveria estagnação e decadência? O que é este esforço constante por ser algo? O que este esforço, esta luta, indica? Será que o ‘entendimento’ chega através deste esforço, desta tentativa? Alguém se esforça, seguidamente, para melhorar, para se modificar, para se encaixar em certo padrão, para tornar-se algo – desde o office-boy até o diretor, desde o diretor até o religioso! E, será que todo este esforço traz ‘entendimento’? Eu penso que esta questão do esforçar-se tem que ser melhor compreendida. O que é isso que está se esforçando, e o que desejamos indicar quando dizemos ‘uma vontade de ser’?
Nós nos esforçamos, não é mesmo, de modo a alcançar um resultado, a fim de melhorar, de sermos mais virtuosos ou qualquer outra coisa. Há esta batalha contínua conosco, entre um desejo positivo e outro negativo, um sobrepujando o outro, um desejo controlando o outro – apenas que damos o nome de Ser superior e inferior. Porém, é óbvio, continuam sendo desejos. Você pode ergue-lo a qualquer altura e nomeá-lo de forma diferente, mas ainda é desejo, um anelo por tornar-se algo. E, também, há o conflito com os demais: será que este conflito entre desejos traz entendimento? Será que este conflito entre os opostos traz esclarecimento?
Assim, o problema não está no esforço, na tentativa, ou no que aconteceria se nada se fizesse. A questão é: como o ‘entendimento’ acontece? Pois, quando há entendimento, já não há mais esforço! Aquilo que se compreende, daquilo nos libertamos. Então, de que modo surge o ‘entendimento’ ? Não sei se já chegou a perceber que, quanto mais se esforça para compreender, menos você compreende qualquer problema! Porém, no momento em que suspende qualquer esforço e deixa a questão lhe contar tudo a respeito, dando-lhe importância, então surge o entendimento, o que obviamente significa, que para compreender, a mente deve estar quieta. A mente deve estar sem qualquer escolha, toda passiva e alerta. Nesse estado, sim, há entendimento dos vários problemas de nossa vida. Alguém indagou sobre haver ou não um Plano Divino. Eu não sei o que se designa por Plano Divino, porém, nós sabemos que estamos sofrendo, que estamos confusos e que isto segue aumentando sempre, tanto social quanto individualmente e também psicológicamente. Foi isso que criamos no mundo.
Se há um Plano Divino ou não, parece não ser importante, mas, o que é importante é poder entender esta confusão em que nos encontramos, tanto dentro quanto fora de nós. E, para entender esta confusão, temos que principiar, é óbvio, por nós mesmos. Porque nós somos a confusão e a levamos para o mundo exterior. E para resolver essa questão temos de começar em nós mesmos, pois, o que somos, também o mundo é!


Por J. Krishnamurti, de uma palestra em Londres, em 1949.



OM Namah Shivaia - encontro Oriente e Ocidente



Meditação em Yoga: Em yoga Clássica, a yoga de Patanjali, ciência que demonstra a potencialidade possível ao homem, há oito passos a completar, envolvendo disciplinas tanto físicas qto. mentais. Na 1ª destas etapas, se acham disciplinas relativas à autoeducação, ou auto-controle, tais como: não violência (ahimsa), veracidade (satyagraha), continência (brahmacharya), etc. Na etapa seguinte, dita das 'observâncias', estão a prática de pureza, contentamento, esforço sobre si mesmo, estudo e consagração ao Ideal.

O 3° passo, ou 3ª pétala da Flor de Yoga, trata das posturas ou âsanas, ou seja, os modelos gestuais recomendados aos que aspiram algum domínio sobre seu corpo. A quarta etapa é dos 'pranayamas', isto é, as disciplinas necessárias ao controle da energia através da respiração. Pratyahara é a etapa em que se aprende a controlar os sentidos. Dhârana, a 6ª etapa, se ensina a concentração da atenção. O sétimo passo, denominado Dhyâna, se refere às tecnicas de introspecção ou de meditação, e o último degráu chama-se Samadhi, ou completa absorção no Ideal Espiritual.

Este é o caminho de Yoga, relevante símbolo atual do encontro entre Ocidente e Oriente.

Para ler todo o texto, click acima das postagens em 'Meditação em Yoga'.