segunda-feira, 14 de novembro de 2011

"Esteja inteiramente desperto para Si mesmo..!"


"Esteja Inteiramente Desperto para Si Mesmo", um poema by Mooji




"Será possível despertar?
 Será possível a um ser humano
 alcançar uma tão irrefutável lucidez
 em que possa transcender
 o poder hipnótico da mente a tal ponto,
 que ela não possa mais influenciar sua Existência,
 exceto estando a seu serviço?
 Embora a mente tenha origem no Ser
 ela é aquele seu aspecto responsável,
 principalmente, pelo vir-a-ser!!...
 Ao compreender que está sonhando,
 você já está despertando!
 Bem...deixo isso com você,
 é totalmente possível!
 Não sinto que você tenha nesta existência
 algum Propósito mais elevado, algo mais auspicioso
 que estar completamente desperto para sí mesmo!
 Não penso que haja nenhuma conquista,
 em nenhum dos reinos, mais elevada que esta...
 Você é o Ser Eterno...
 a inominável e imortal, toda atenta Presença!!
 O tempo nada representa para você, é seu jogo!!
 Mas... até que esteja todo consciente disso,
 contemple esta verdade com todas suas forças!
 Que templo haveremos de erguer em nome desta Visão?
 Este é 'seu' Templo - nele reverencie - conheça Aquele
 que realmente habita em seu próprio Existir!
 Haverá em você anelo para conhecer? Ou seguirá, outra vez,
 uma nova fascinação que lhe chama - venha...vamos brincar!!
 Bom...realmente, o que é Satsang?
 É um pouco como deixar cair uma pedrinha de gelo
 em um cálice com água morna;
 nossa identidade é como esta pedrinha de gelo.
 O gelo é também água, e a água...é água!...
 O que está retornando a quê??"

Tradução: Blog Mergulhe Fundo...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

"Silenciando a mente", de acordo com Sri Mata Gangaji

Você acha que sua verdadeira natureza é a de "ser humano", cheio de necessidades e defeitos, falível, volúvel, cheio de velhas desculpas, com alguns interesses louváveis e outros não tão louváveis? Bem, sinto desapontá-lo mas este não é você, é seu 'ego'! Você não é a mente-ego, embora esteja levando a vida pelas mãos dela. Mas, ainda é tempo de separar-se dela - da mente-ego - não daquela parte operacional e utilitária, mas da parte sonhadora e cheia de fantasias...daquela parte calculista e dramática, que tenta convencer você de tudo que você não é! A conversa a seguir transcrita é bastante esclarecedora...e também, se você quiser, definitiva:
Pergunta: "Gangaji, eu entendo que posso suspender minha conversa exterior, posso fazê-lo agora mesmo, mas como posso parar a conversação interior?"
Gangaji: "Da mesma maneira. É o mesmo, interno e externo...é somente encenação, você pode compreender o que lhe digo, a maneira como fragmentamos nossa vida, e a maior delas é esta de 'exterior e interior'. É uma falsa distinção, pois o que é interno é externo, e o que é externo é interno! Sendo assim, quando uma conversação tem início em sua mente, você já interrompe...e quando a mente disser 'Eu não posso parar..!', veja como se alguém viesse até você, dizendo: 'Precisamos conversar, tem que ser agora!', mas você não quer, e se afasta, dizendo 'Namastê'! Você entende? Com firmeza, certo?"
Pergunta: "Parece funcionar com você, mas comigo...!"
Gangaji: "Não sou diferente de você nesse sentido. A minha mente pode ser exatamente como a dos demais! Jamais sonhei que havia uma possibilidade de 'parar', até que meu Instrutor me assegurou que podia. Costumava pensar que tinha que haver 'algo' que descesse em mim, ou tinha que haver um certo nível de purificação, ou até mesmo um alinhamento planetário de modo especial, ou ainda algo a acontecer em uma existência futura. Porém, ele me afirmou: 'Esqueça tudo isso, é parte da conversação (da mente)! Apenas 'pare', agora mesmo e fique em silencio...sem qualquer esforço!"

Bem, este é um fragmento da situação, mas, como se costuma dizer, para um bom-entendedor meia palavra basta. Para um mal-entendedor, nem mesmo um tratado pode convencer...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

"Mergulhe na Eternidade"...o Néctar das Palavras de Papaji...

Pergunta: "Papaji, o que é liberação?"
Resposta: "Liberação é conhecer sua própria e fundamental natureza, seu próprio Ser. Nada mais! Liberação é a coisa mais fácil de se obter. Você não precisa nem pensar..!
"E, o que é este 'Ser'?"
"Isso é indescritível. Não é intelectual e nem mesmo transcendental. Pense naquele único sem nem mesmo o conceito de segundo. Então, descarte também este conceito de Um!"
"Papaji, você com frequência fala de 'entrega'...mas, entregar-se a quê?"
"Àquela Fonte através da qual você fala, através da qual vê, respira, experimenta e toca, através da qual a Terra gira e o Sol brilha, e pela qual você pode fazer esta pergunta. Tudo acontece por meio desta Consciência, na qual, mesmo o 'vazio' está alocado. A este Supremo Poder que se encontra além do além - seu próprio Ser - a ele você deve se entregar."
"Esta Consciência, a qual você se refere, é eterna, sem nascimento e sem morte?"
"A Consciência está além de conceitos de nascer ou morrer, até mesmo além dos conceitos de eternidade ou de vazio ou de espaço. Aquilo em que se acham acomodados o espaço, o vazio e a eternidade é chamado de Consciência, em cujo interior tudo tem existência."
"Mas, Papaji, ainda assim nascimento e morte continuam aparentes!"
"Sim, criação e destruição acontecem sem cessar. Todas estas manifestações são como borbulhas e ondulações sobre o oceano. Deixe que prossigam...o oceano não as vê como separadas. As borbulhas, as ondulações e as grandes ondas - podem parecer a si mesmas como separadas, mas o oceano não é perturbado com isso... Deixe que se movimentem sobre ele, que tenham diferentes formas e diferentes nomes, deixe que surjam e que desapareçam. Você é aquilo que brilha através de todas as modificações. 
A Consciência permanece inalterada...!"
Fonte: "Plunge into Eternity", by Catherine Ingram, Lucknow, 1992

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A Yoga da Auto-averiguação "Quem sou eu?", de acordo com Sri Ramana Maharshi

"QUEM SOU EU?" foi um dos dois primeiros trabalhos do Maharshi, sendo o outro 'Auto-indagação', composto mais ou menos na mesma época. Foram escritos por volta do ano de 1.901, aos 22 anos de idade, quando não era ainda chamado de Bhagavan Sri Ramana Maharshi. Todavia, já era um Sábio auto-realizado, em estado de perfeito conhecimento divino, vivendo na caverna Virupaksha, no sagrado monte de Arunachala.
As pessoas já começavam a procurá-lo, mas embora ele não tivesse feito qualquer voto de silêncio, raramente falava. Por vezes, respondia às perguntas por escrito. Assim fez em resposta a 14 perguntas apresentadas por um daqueles primeiros discípulos. Mais tarde, outras tantas foram acrescentadas, o que ocasionou uma publicação provisória, em prosa, sem as perguntas, como aparecem abaixo. O Ensinamento, em toda sua simplicidade e grandeza, se acha sempre convergindo para a questão básica 'Quem sou eu?'
"QUEM SOU EU" ou "Who am I" no original em inglês...
Cada ser vivente aspira ser feliz, intocado pelo desgosto. E cada qual tem o maior amor por si mesmo, o que se dá unicamente pelo fato de que a 'felicidade' é sua verdadeira natureza. Assim, de modo a realizar aquela felicidade inerente e imaculada, experienciada em sono profundo quando a mente é deixada para trás, é essencial conhecer a si mesmo. Para obter tal conhecimento, a indagação 'Quem sou eu?', feita em busca do Ser, é o meio por excelência.
"Quem sou eu?" Não sou este corpo físico, nem os cinco órgãos de percepção; não sou os cinco órgãos de atividade externa, nem tampouco as cinco forças vitais e nem mesmo a mente pensante! Também não sou aquele estado de inconsciência que apenas retém as tendências sutis da mente, sendo portanto livre da atividade funcional dos órgãos dos sentidos e da mente...(...)
Deste modo, rejeitando sumariamente todos os acima mencionados acessórios do corpo físico, com suas funções, afirmando 'eu não sou isto' e também 'eu não sou aquilo', o que permanecer em separado e isolado naturalmente, este puro 'estado de percepção', é isto que eu sou! Este estado de puro conhecimento é, por sua própria natureza, SAT-CHIT-ANANDA, ou seja, pura existência-pura consciência-puro júbilo...
Se a mente, que é o instrumento de conhecimento e base de toda atividade, cessa, a percepção do mundo como realidade objetiva também cessa. A menos que a percepção ilusória da 'cobra na corda enrolada' (*) cesse, a corda sobre a qual a ilusão se forma, não é reconhecida como tal.
De mado semelhante, a menos que a ilusória percepção do mundo como sendo real desapareça, a Visão da verdadeira natureza do 'EU', sobre o qual a ilusão surgiu, não é alcançada!"
(*) O exemplo clássico usado em Filosofia Vedanta, no qual se sugere a retificação da percepção inicial, em que uma corda enrolada é tomada por uma cobra, quando vista no escuro!
Fonte: Copyright a Sri Ramanashraman, Tiruvannamalai-Índia.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Despertando o "Gigante Interior"... conforme a Vedanta Advaita


Duvidas...questões...o que são? Qual a dúvida mais crucial? É não saber quem você é! Por todo lado apenas o oceano: para a direita, ou para a esquerda, acima ou abaixo, à frente ou atrás...apenas água, imensa paisagem aquática. Uma gotinha desta imensidão, que pode ser você, subitamente pergunta: "O que está acontecendo aqui?" Qual será a resposta do Oceano? Oferecemos aqui algumas respostas, porém, com a ressalva, que você deve procurar obter as suas próprias, e quando as tiver obtido, saberá o que é ILUMINAÇÃO..!

"Você pode abandonar o palco agora mesmo...mas, faça-o como o rei que se levanta de seu trono e segue para seu jardim favorito...Ele não é o jardineiro, continua sendo o rei! Com você também é assim, aonde quer que vá!" (Sri Poonja-Papaji)


"Acredite em mim, você não precisa de nada, exceto 'ser o que você é'! Você imagina que aumentará seu valor através de aquisições. É como o ouro imaginando que, com a adição do cobre, irá valorizar-se! Apenas a eliminação e renúncia a tudo que é estranho à sua natureza será suficiente. Tudo mais é vaidade!" 
(Sri Nisargadatta Maharaj)


"O propósito de 'observar' é somente para discernir sobre a transitoriedade do que estiver acontecendo..e que assim irá continuar! Não desperdice tempo com isso: tão logo reconheça que tudo está se modificando, mudando de lugar, retire sua atenção para o Observador do ocorrido. Ele é tangível? Não subestime o poder da contemplação!" (Mooji)


"Esteja sempre consciente do Atman...
 Ele é contínuo e em toda parte está. Você afirma: 'Eu sou aquele que medita' ou
 'O Senhor é meu objeto de meditação!'
 Porque você divide, desta forma, o Indivisível?"  (Do Avadhuta-Gitâ, cap.1)


"Pode você desenvolver suas atividades diárias com a percepção do 'background' de sua vida... a vida da Consciência?" (Eckhart Tolle)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

De Consciência para Consciência...


De Consciência para Consciência significa que tudo é consciente. Em dimensão mais profunda somos esta claridade sem fim, uma percepção sem fim, entendimento sem fim. Em nível mais profundo, todos nos entendemos muito bem... sem qualquer necessidade de palavras. Porém, à superfície da existência, onde nos acostumamos a estar, onde temos a impressão de 'existir', as palavras são instrumentos de esclarecer ou também de confundir. Por exemplo, quem apenas se ocupa da mente, não conhece a não-mente, quem se ocupa só com o ruído não conhece a quietude, quem muito se movimenta, desconhece o que silencia !!Portanto, aqui vão alguns pensamentos, com que você pode ter afinidade ou não, mas seja como for, pode deixar a mente de lado e apenas...sentir ou ouvir o que for lendo. Depois, apenas entre em silêncio, em comunhão contínua de Consciência para Consciência...

"O momento é este; a situação e o lugar são estes, e “eu” sou Aquilo...
Nossos melhores momentos e sensações várias, não as podemos reter; apenas a percepção de que Eu Sou existente pode-se tornar contínua e dela posso desfrutar – ah, isto Eu Sou!
Nos melhores lugares, diante dos mais maravilhosos panoramas, não posso permanecer, são passageiros, portanto o melhor lugar é aqui; e a idéia de que, um dia, a mente estará sob controle, é fútil e tola; a mente deve ser substituída por uma perspectiva mais ampla de viver.
O único momento e lugar seguros estão no silêncio comigo mesmo, onde posso encontrá-lo, a Ele, o Senhor da mente, e eu Sou Ele!

Nunca nos damos conta de que só temos, de fato, o presente, e o presente é a conscientização Eu Sou, você sabendo que é real o tempo todo.
A conscientização contínua é a base da percepção exata da Vida.
O que realmente permanece comigo? Qualquer coisa exterior ou situação, fica comigo durante certo tempo e depois se vai. Apenas entrando no silêncio da conscientização Eu Sou percebo o que é permanente, 
contínua percepção de minha própria divina realidade,
contínuo conhecimento  Eu Sou. Nisto, neste nível, devo me sustentar!
Meditação torna-se ‘conscientização’ quando você, sem esforço, permanece consciente daquilo que você é, puro Ser, pura identidade, puro saber!
Você sabe que é o Real Ser o tempo todo. É amor ao Deus que está consigo!"

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

"Assim era Sri RAMAKRISHNA", contado por Swami Vivekananda

Sri Ramakrishna era filho de um brahmin (de casta elevada) muito ortodoxo, que recusaria receber algo de alguém que não fosse outro brahmin. Também não poderia aceitar um trabalho, nem mesmo o de sacerdote em um templo; não poderia ser 'livreiro', tampouco servir quem quer que fosse! Ele poderia aceitar apenas "o que fosse caído do céu!", ou seja, esmolas, ainda assim não vindo de pessoa de casta inferior. Templos não têm grande papel na religião hindú; se fossem todos destruídos, ainda assim o Hinduísmo não seria nem um pouco afetado. Um homem pode construir uma casa para "Deus e convidados", porém, se para si próprio, seria considerado egoísmo. Sendo assim, ele prefere erguer templos como moradia para Deus.
Devido à grande pobreza de sua família, Sri Ramakrishna foi obrigado a se tornar sacerdote em sua juventude, em um templo dedicado a Kali, a Divina Mãe do universo, representada por uma figura feminina, que  se sustenta em pé sobre uma figura masculina, significando que se maya - o poder ilusório - não for afastado, não se pode conhecer nada. Brahman é neutro, não conhecido e não conhecível; porém, em sua personificação, se oculta sob os véus de Maya e se torna a Matrix do universo, manifestando toda a criação. (...)
O serviço diário à Divina Kali, aos poucos, foi despertando uma tão intensa devoção no jovem sacerdote, que ele não conseguia mais conduzir seu serviço regulamente. Desse modo, abandonou suas ocupações e se retirou a um pequeno bosque nas cercanias do templo, onde se entregou inteiramente à meditação. Este bosque se achava à beira do Rio Ganges, e certo dia, a rápida correnteza trouxe aos seus pés apenas o necessário material para que fosse erguida uma pequena cabana. Nessa condição ele permaneceu, orando, chorando, não se importando o mínimo com seu corpo físico, nem com outra coisa que não fosse sua Mãe Divina. Um parente o alimentava uma vez ao dia e tomava conta dele. Com o tempo, uma mulher, uma asceta feminina, chegou...para ajudá-lo a conhecer a Mãe. Quando necessitava de alguma instrução, o instrutor aparecia, sem ser chamado; de qualquer das seitas, algum homem santo surgia oferecendo-se para instruí-lo, e a cada um deles Ramakrishna ouvia intensamente. Mas, ele considerava a todos como a Mãe...
Sri Ramakrishna nunca falou palavras rudes a ninguém. Tão belamente tolerante ele era, que cada uma daquelas seitas o considerava 'seu'. Ele amava a todos, e para ele todas as religiões eram verdadeiras. Ele era livre, mas livre pelo amor, não pela explosão.(...)
As ondas do pensamento religioso se erguem e se abatem, e no topo de cada onda se posiciona o Profeta da época. Ramakrishna veio para ensinar a religião de hoje - construtiva e não destrutiva. Ele teve que mergulhar fundo em busca da razão das coisas e criou uma religião científica, que não diz "acredite", mas sim, "veja"! "Eu vejo e você também pode ver!" Deus se mostrará a cada um, e harmonia se acha ao alcance de todos. Os ensinamentos de Sri Ramakrishna são a essência do Hinduísmo.
Ele começou a pregar quando estava perto dos quarenta anos, mas nunca saiu de seu lugar para isso. Esperou por aqueles a quem seu ensino se destinava... Sri Ramakrishna é reverenciado na Índia como uma das grandes Encarnações e seu aniversário  é celebrado lá como um grande festival religioso!!
Fonte: "Inspired Talks", by Swami Vivekananda, Vedanta Press, Hollywood, USA.

OM Namah Shivaia - encontro Oriente e Ocidente



Meditação em Yoga: Em yoga Clássica, a yoga de Patanjali, ciência que demonstra a potencialidade possível ao homem, há oito passos a completar, envolvendo disciplinas tanto físicas qto. mentais. Na 1ª destas etapas, se acham disciplinas relativas à autoeducação, ou auto-controle, tais como: não violência (ahimsa), veracidade (satyagraha), continência (brahmacharya), etc. Na etapa seguinte, dita das 'observâncias', estão a prática de pureza, contentamento, esforço sobre si mesmo, estudo e consagração ao Ideal.

O 3° passo, ou 3ª pétala da Flor de Yoga, trata das posturas ou âsanas, ou seja, os modelos gestuais recomendados aos que aspiram algum domínio sobre seu corpo. A quarta etapa é dos 'pranayamas', isto é, as disciplinas necessárias ao controle da energia através da respiração. Pratyahara é a etapa em que se aprende a controlar os sentidos. Dhârana, a 6ª etapa, se ensina a concentração da atenção. O sétimo passo, denominado Dhyâna, se refere às tecnicas de introspecção ou de meditação, e o último degráu chama-se Samadhi, ou completa absorção no Ideal Espiritual.

Este é o caminho de Yoga, relevante símbolo atual do encontro entre Ocidente e Oriente.

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