segunda-feira, 29 de agosto de 2011

"ISTO, TAMBÉM, PASSARÁ!"

A autora deste poema, Ella Willer Wilcox, conheceu Swami Vivekananda na América, talvez por volta da virada do século XIX. Naquela época quando o encontrou, tinha muito dinheiro investido na Bolsa, e quando esta quebrou, viu-se falida e na pobreza, e também muito deprimida. Este poema foi escrito neste período, e se intitula:
             "ISTO, TAMBÉM, PASSARÁ!"
Um poderoso monarca em dias que já se vão,
fez oferta de honrarias, muito ouro e pedrarias,
aquele que soubesse criar, em forma concisa,
um lema para sua vida, curto, mas sábio; 
um preceito que lhe trouxesse alívio nas horas de desamparo,
e também que, em dias de prosperidade, lhe alertasse!

Muitos enviaram ao rei suas máximas,
mas, a escolhida, apenas advertia: 'Isto, também, passará!'
Alguma desgraça em seu destino aconteceu?
'Isto, também, passará!'
Assimile este pensamento e aguarde, sua espera não será vã!
O tempo torna dourados os elos de ferro da dor!
A escuridão de hoje, conduz à claridade amanhã!
Não há alegria que não tenha fim,
nem tristeza que não se acabe!
Está você nas alturas, nuvens à vista não há?
Vá e leia seu lema outra vez: 'Isto, também, passará!'
Fama...glória...poder...pequenas borbulhas momentâneas são,
empurradas abaixo como pó pelos anos cruéis...(...)

Use bem seu heroísmo enquanto ele perdura!
Deixe flores e não destroços, marcando seus passos...!
A maior verdade está em ser bondoso,
e, na mente alegre, a maior sabedoria!

Assim, recorde sempre o lema do velho rei,
deixe que seu significado ilumine seus dias,
e, para tudo que acontecer, diga: 'Isto, também, passará...!"

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

As afirmações transformadoras para a Vida Cotidiana, segundo o "Livro de Ouro de Saint-Germain".


Após séculos de atividade, chegamos ao ponto focal onde as experiências das Idades entram em ação instantânea, e onde todo tempo e espaço se converte na única Presença de Deus em ação agora.
Sabendo que é a Presença de Deus  “Eu Sou”  que pulsa em teu coração, sabes então que teu coração é a caixa de ressonância  de Deus e que, à medida em que meditas e dizes – “Eu Sou a Suprema e Inteligente atividade de minha mente e meu coração”, trarás a este o verdadeiro e divino sentimento em que podes confiar.
 Há tanto tempo a humanidade vem amando apenas com a periferia do círculo, que no momento em que se torne consciente que Deus é Amor e que a atividade de Deus Amor se projeta pelo coração, compreenderá que ao focar sua atenção no desejo de projetar amor, com qualquer propósito, pode gerar amor a um grau ilimitado; e que este é o privilégio supremo da atividade exterior da consciência. A humanidade não compreendeu até agora que o Amor Divino é um Poder, uma Presença, uma Inteligência, uma Luz e uma Entidade que pode ser engrandecida ao ponto de uma chama sem limites, e que está na capacidade de todo indivíduo, especialmente sendo um estudante da Luz, o cultivo desta Presença de Amor até que se converta em uma invencível, inesgotável e pacificadora entidade, presente onde quer que o estudante a direcione.
 Há quem diga e creia que  “no Amor não se pode mandar”. Mas, eu te digo que o Amor é o Primeiro Princípio da vida e pode ser gerado em qualquer grau e sem limite algum, para uso infinito. Tal é o majestoso privilégio e o uso e direção conscientes que se pode dar ao Amor. Quando digo ‘gerar’, significa o abrir-se a porta pela devoção consciente à emanação desta fonte inesgotável de Amor Divino que é o Coração de teu Ser, o próprio Coração do Universo.
Os estudantes, pela contemplação deste poder infinito do Amor, se converterão em uma tal fonte de irradiação, que dela poderão dispor  para uso infinito, conduzindo-a de modo consciente.
Quando, meus amados estudantes, desejarem libertar-se, rapidamente, de certas ocorrências dolorosas ou de tal ou qual atividade exterior, etc, eu lhes recomendo afirmar: “Eu Sou a Presença que ordena, a Fonte de Energia inesgotável e a Sabedoria Infinita fazendo com que meus planos se cumpram.” Isto te libertará de qualquer condição indesejável e é a forma permitida pela própria Lei de teu Ser.
Ciente disso, também poderás afirmar: “Esta Presença Eu Sou agora permanece intocada por qualquer condição perturbadora. Sereno, cruzo meus braços e confio na ação perfeita da Lei Divina e na Justiça de meu Ser, ordenando que tudo em meu campo esteja na perfeita Ordem Divina.”
Agora, dir-te-ei algo muito animador. Cada aspirante que se esforça por alcançar a Luz, está adquirindo uma têmpera tal como a do melhor aço, para que dure o maior tempo, suporte melhor a tudo e seja sempre o mais forte. Quando alguém busca a liberação e continuam surgindo experiências penosas, trata-se apenas do fortalecimento de seu caráter, para que alcance a última, perfeita e eterna Mestria sobre todas as situações exteriores. Podes, pois, com esta compreensão, alegrar-te com a experiência que te permite buscar refúgio na maravilhosa e gloriosa Presença “Eu Sou”.
Fonte: "O Livro de Ouro de Saint-Germain", edt. Ponte Para a Liberdade, Porto Alegre.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O Ser miraculoso em todos nós, por Swami Ashokananda...

"Em seu coração está o miraculoso Ser Divino. Quando você procura as coisas da mente instintiva, fica sujeito ao mundo das leis de 'causa e efeito'. Porém, quando busca o que pertence à mente superior - coisas espirituais e divinas além da matéria - entra em um reino de milagre e graça. O maravilhoso surge quando você contempla a real natureza do Ser Divino. Ficará surpreendido ao constatar que este Ser se tornou uma força iluminadora dentro de você. A natureza é a vestimenta natural de Deus. Para além das leis mecânicas da natureza, acham-se leis mais elevadas e que são bem mais flexíveis. De lá provém os milagres!!
Quando você afirma 'Eu sou o Ser divino', entenderá como o real Ser principia a assumir liderança.
'Toda a verdade está em meu interior', isto é Conhecimento! Eu sou a testemunha, o observador! Eu sou a efulgência infinita na qual todo o universo dança! Apenas aprecie todo o drama, tudo não passa de uma grande encenação - todo o universo é seu palco! Desse modo você verá como tudo está permeado de veracidade!"
Fonte: "Shafts of Light", Swami Ashokananda, Kalpa Tree Press - New York.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O mistério sutil entre a Lua Cheia e a Lua Nova




Resposta: “Amavasya significa dia sem lua ou de nova lua. Sempre que alguém ou algo se ausenta, através daquela ausência, sua presença se torna ainda mais forte.

Se você tem um amigo ou alguém que ama e que está sempre com você, a presença dele nunca é tão percebida. Porém, no instante em que se ausenta, você se ressente. O vazio que se segue se torna mais potente que sua anterior presença. Do mesmo modo é com a lua, sua ausência a torna mais presente que nunca. Em qualquer outro dia, até mesmo em Pournami ou lua cheia, ela está lá, mas em Amavasya, sua presença é sentida ainda mais!
A terra fica ‘receptiva’ em Amavasya; o processo de vida fica lento no planeta, surgindo a oportunidade de entendermos a integração dos vários níveis de vida. Quando um certo ‘slow down’ acontece é quando você percebe melhor o seu corpo. Quando você está muito ocupado e tudo anda bem, nem toma conhecimento do corpo. Porém, se algo surge nele, alguma dor, subitamente o corpo adquire importância, e você tem que prestar atenção a ele.
Este é o significado de Amavasya. Neste dia, porque uma certa integração dos elementos está em vigor, há uma desaceleração em tudo. Se você está buscando bem-estar material, Pournami é sagrado. Se está buscando realização espiritual, Amavasya é sagrado. Portanto, há diferentes tipos de práticas e rituais para estas duas dimensões da vida. São dias em que se pode verificar facilmente ‘o que sou eu’ e ‘o que não sou eu’, e daí em diante tem início a jornada do irreal até o Real.
Desde Amavasya até Pournami, cada mês, a oportunidade surge naturalmente. Mesmo para aqueles que se acham totalmente alheios a isso. A natureza de Pournami está mais para o feminino. Amavasya é muito seco. Um dia antes de Amavasya é conhecido como Shivaratri, ou seja, a noite de Shiva. Quando tudo está às escuras, é como se a criação houvesse se dissolvido; há um toque de destruição em Amavasya e a energia feminina fica muito sensível, causando um certo medo e confusão, fazendo a mulher se sentir um tanto desafiadora e masculina. Pournami, a lua cheia, é mais apropriado à energia feminina, que usa melhor o clima disponível. Para o masculino, que busca a realização interior, Pournami não é auspicioso.
Talvez você saiba que, se pessoas se acham mentalmente desequilibradas, nestas duas fases da lua se desequilibram ainda mais. A razão disso é o impacto gravitacional da lua sobre o planeta. Está puxando tudo para cima, oceanos tentam se elevar, e do mesmo modo, até nosso sangue procura erguer-se pela força lunar. Portanto, se você estiver, um pouco que seja, em desarmonia devido à excessiva circulação (de energia) em seu cérebro naquele dia, você ficará mais desarmônico ainda. Estando alegre, ficará mais alegre; se estiver infeliz, ainda mais infeliz ! Seja qual for sua qualidade, ela vai ser realçada neste dia, porque o sangue estará sendo sugado para cima, assim como toda sua energia. Para o aspirante espiritual, que sempre está à procura de algo que lhe eleve a energia, estes dois dias são como uma dádiva da natureza!”
Fonte: "Isha Foundation.org"


terça-feira, 26 de julho de 2011

Pensamentos que conduzem ao estado de Nirvana

"Tudo que percebemos neste mundo é tão somente 'existência'. Por debaixo desta existência está o Ser, o sem forma, a eterna dimensão interior. A sensação de incompletude em tantos de nós tem a ver com nossa inabilidade em perceber este Ser dentro de nós, o 'Eu Sou' interno, a sensação original de existir!" (Eckhart Tolle)
"É verdade que a pratica de retirar a mente de coisas externas, concentrando-a em um único objeto, contribui bastante na aquisição da habilidade para meditar. Porém, para ser de fato bem sucedido em meditação, não perdendo o que se conquistou em futura revolta da mente, deveríamos chegar a uma condição em que a mente não mais deseja qualquer coisa exterior. Este é o princípio da renunciação!"  (Swami Ashokananda)
"Alguns já têm consciência de que esta vida é apenas para libertar-se. Mas, libertar-se do quê? Indo até mesmo além do conceito de liberdade, há como uma urgência queimando neles, e esta urgência significa a remoção  da idéia de que não são livres. Ainda um passo mais, remover também a idéia 'eu sou livre', chegando aquela pura inocência de apenas ser." (Mooji, de  Tiruvannamalai, Índia)
"Sature sua personalidade com a clara percepção do Divino em você, o tempo todo, dentro e fora. Este é o glorioso conceito de Karma Yoga. O egocentrismo original sendo substituido pelo divino centrismo ideal. 
(Swami Sridharananda, da Austrália)
"É claro que, neste momento, estão à procura do guru interno exteriormente. Mas, chegará o tempo em que esta busca naturalmente cessará, e a pessoa poderá desfrutar de verdadeira liberdade ao tornar-se uma com seu Bem Amado. Então, não mais duas partes, apenas Uma!" (Sri Guru Maharaj)
"Não há nenhum esforço em apenas presenciar. Você compreendendo que você é a única testemunha, e este entendimento atuará. Não se necessita mais nada, apenas recordar que o Observador é você mesmo. Dê toda sua atenção a isto: O que é que me torna consciente?" (Nisargadatta Maharaj)
"Você está sempre na Fonte, como poderia abandoná-la? Isso é uma piada... o peixe está reclamando: 'Estou com muita sede!'. Você reclama como o peixe - 'Onde está a Fonte? Não consigo ser eu mesmo!' Que grande  brincadeira você começou!" (Sri Papaji)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sobre a Auto Iniciação e a Upadesa, segundo Sri Ramana...

A transmissão do Guru ao discípulo de sílabas sagradas (mantras), mudras (gestos) e símbolos imaginários é descrita na sagrada tradição como "iniciação ao Conhecimento". Do mesmo modo, em muitas tradições monásticas, ,upadesas, que são ensinamentos verbais curtos, são oferecidos como uma forma de iniciação. Dentro desse costume, quase todos os que procuravam Sri Ramana, desejavam muito receber dele alguma forma especial de upadesa. A um destes buscadores, Sri Bhagavan deu a seguinte resposta:
"O Conhecimento não é dado nem do exterior, nem por outra pessoa. Ele pode ser realizado por qualquer pessoa em seu próprio coração! O Guru de cada um é o Ser Supremo, que revela Sua própria verdade em cada coração através do princípio consciente 'Eu Sou'. A concessão de verdadeiro conhecimento por Ele é a iniciação em Jñana. A graça do Guru é somente esta auto-percepção, que é a real natureza da pessoa. É esta consciência espiritual que revela, seguidamente, a existência do Guru. Esta divina Upadesa está sempre ativa, naturalmente, em cada qual. Sendo que apenas esta Upadesa é reveladora da realização natural do Ser Supremo através da própria vivência pessoal, os buscadores amadurecidos não têm necessidade - jamais - de procurar auxílio externo ao Conhecimento Superior. Desde que o significado do termo 'upadesa' é 'permanecer no Ser' ou 'viver como o Ser', enquanto se estiver à procura de realização exterior, a Auto-realização não poderá ser alcançada. Desde que a pessoa é, ela própria, a realidade toda radiosa no coração, como consciência espiritual, que procure viver sempre como sthita prajna - estabelecido em Sabedoria - como quem alcançou sua verdadeira Natureza. Permanecer estabelecido na experiência da Realidade Sublime é descrito nos Upanishad como 'Supremo Silêncio', 'Ficando em Quietude' ou 'realização de sua própria natureza'."
Fonte: "The Power of the Presence", por David Godman.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A Visão de Deus, de acordo com Sri Ramakrishna



     Alguém certo dia perguntou: ‘Senhor, poderia nos dar a visão de Deus?’   Mestre: ‘Tudo depende da vontade dEle, o que uma pessoa pode fazer?  Enquanto  medito em Deus, alguns dias sinto um duradouro despertar interior e noutros dias nada sinto. A pessoa deve fazer um esforço, só então pode ver Deus. Certa vez, em estado elevado, tive a visão de um lago, onde um aldeão retirava água depois de haver afastado uma espuma verde superficial. De quando em quando, tomava água na palma da mão para examinar. Nesta visão me foi revelado que a água não pode ser vista sem que a espuma verde, que cobre o líquido, seja afastada; isto é, não se consegue desenvolver amor por Deus ou obter Sua visão sem trabalho. Trabalho significa meditação, repetição do mantra e tudo mais. Cantar o nome de Deus e Suas glórias também é trabalho, em que se pode incluir ainda caridade, sacrifícios e assim por diante.
      Se você quiser manteiga, deve deixar que o leite se torne coalhada, deixando-o em um lugar tranqüilo. Quando houver se tornado coalhada, você tem que trabalhar duro com a batedeira. Só então poderá obter a manteiga do leite!
      Que vai você aprender sobre Deus em livros? De certa distância você poderá ouvir apenas o rumor do oceano. Ao se aproximar, porém, verá muitos barcos velejando de um lado a outro, pássaros a voar e ondas se quebrando!
     A única coisa necessária é ser apresentado ao senhor da casa. Porque ficar ansioso em saber, por antecipação, quantos jardins e casas, quantas apólices do governo o dono da casa possui? Os criados não lhe permitirão nem mesmo se aproximar, que dirá de lhe adiantar sobre os investimentos de seu amo. Desse modo, de uma maneira ou de outra, torne-se conhecido do dono, mesmo que tenha de saltar sobre uma cerca e levar um empurrão dos empregados. Então, o próprio dono da casa irá lhe relatar sobre suas casas e jardins e seus investimentos. E, o que é melhor, os criados e o porteiro o saudarão ao saberem que já é conhecido de seu senhor.
      Devoto: ‘A questão agora é como se tornar conhecido do dono da casa!’
    Mestre: ‘Por isso disse que o trabalho é necessário. Não basta dizer que Deus existe e continuar desperdiçando seu tempo. Você tem de realizar a Deus de um modo ou de outro. Chore por Ele com um coração anelante. Vocês andam de um lado a outro, como loucos, em busca de ‘luxo e luxúria’, fiquem agora um pouco enlouquecidos por Deus. O que vão alcançar pela simples afirmação de que Deus existe, nada fazendo a este respeito? No lago de Haldarpukur vivem grandes peixes, mas poderá alguém apanha-los simplesmente se sentando em suas margens sem se preocupar? Não, tem-se que preparar algumas iscas condimentadas e jogá-las no lago. Então, das profundezas virão os peixes e você verá ondulações. Isto o deixará feliz. Talvez algum deles salte para fora d’água e você terá uma visão rápida de seu tamanho, e isso o deixará muito contente!’
     Fonte: "Sri Sri Ramakrishna Kathamrita", de autoria de M. Mahendranath Gupta.


OM Namah Shivaia - encontro Oriente e Ocidente



Meditação em Yoga: Em yoga Clássica, a yoga de Patanjali, ciência que demonstra a potencialidade possível ao homem, há oito passos a completar, envolvendo disciplinas tanto físicas qto. mentais. Na 1ª destas etapas, se acham disciplinas relativas à autoeducação, ou auto-controle, tais como: não violência (ahimsa), veracidade (satyagraha), continência (brahmacharya), etc. Na etapa seguinte, dita das 'observâncias', estão a prática de pureza, contentamento, esforço sobre si mesmo, estudo e consagração ao Ideal.

O 3° passo, ou 3ª pétala da Flor de Yoga, trata das posturas ou âsanas, ou seja, os modelos gestuais recomendados aos que aspiram algum domínio sobre seu corpo. A quarta etapa é dos 'pranayamas', isto é, as disciplinas necessárias ao controle da energia através da respiração. Pratyahara é a etapa em que se aprende a controlar os sentidos. Dhârana, a 6ª etapa, se ensina a concentração da atenção. O sétimo passo, denominado Dhyâna, se refere às tecnicas de introspecção ou de meditação, e o último degráu chama-se Samadhi, ou completa absorção no Ideal Espiritual.

Este é o caminho de Yoga, relevante símbolo atual do encontro entre Ocidente e Oriente.

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