Palavras de Sri Ramana Maharshi: "A verdade permanente é tão simples. Não é nada mais que estar em seu próprio estado original. Todavia, é de admirar que para ensinar algo tão simples, inúmeras tradições foram criadas, iniciando disputas entre si sobre quem recebera autoridade divina para ensinar. Que lástima! Seja você mesmo, isso é tudo!"
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Praticando "auto-controle" como forma de bem-viver...
Todos nós, onde quer que estejamos, independente de raça ou religião, precisamos conhecer algumas regras básicas muito úteis para viver bem em sociedades. Em qualquer de nossas relações, a prática do auto-controle é bastante importante e poderíamos dizer, até básica. Auto-controle ao que nos referimos significa não levar adiante nossos impulsos naturais, restringindo-os...de modo que nossa presença não se torne incômoda aos demais. Refiro-me, é claro, em primeiro plano, ao controle da palavra, seguindo-se o controle do comer, do consumir, do criticar e até mesmo, porque não dizer, do sexuar..! Ninguém aprecia pessoas descontroladas, não é verdade? Os que falam em demasia, ou comem demasiado, ou consomem demasiado ou criticam, são sempre objeto de troça, bem ou mal humorada. Restringir nossos impulsos, portanto, todos reconhecemos como necessário, porém, poucos são bem sucedidos nesta empreitada. Porque? Porque temos de trabalhar onde os impulsos começam e não onde eles se mostram, onde eles são exigentes. Para nosso auto-controle ser efetivo temos de começar pelos pensamentos. Que pensamentos nos são de utilidade e quais aqueles que são apenas sobras do passado ou mesmo, pensamentos estranhos a nós? Que pensamentos nos podem conduzir adiante e que pensamentos nos aprisionam? Que pensamentos são vitoriosos e que pensamentos são derrotistas? Alguns pensamentos nos elevam, nos energizam, outros nos rebaixam, nos deprimem, nos desviam..! Assim, é claro, que algum tipo de controle e de verificação devemos ter sobre os pensamentos e é este o significado de "centramento". Comece por reconhecer que você é diferente dos pensamentos, que você pode selecioná-los ou mesmo, neutralizá-los; e que assim, você se encontra em um nível de superioridade para com eles, sendo seu instrutor e não o contrário. Con-centração não pode ser um esforço cego, não pode acontecer às tontas, "centramento" é um estado natural, desde que entendamos toda a situação. AUTO-CONTROLE é, assim, uma disposição natural de saber administrar nossas energias, reconhecendo como "angariar" e como "reservar" nossas energias. Isto é assunto de sabedoria, ao passo que desperdiçar energia é assunto de ignorar sabedoria..!
domingo, 25 de março de 2012
Segue Conscientizando-te...continuamente!
"SEGUE CONSCIENTIZANDO-TE...continuamentee nunca penses em aqui concluir, assim superas o tempo,
segues educando-te e começas tua liberdade de viver.
O encanto de somente existir!
A maravilha de apenas viver!
Flexibilizar, suportar, ignorar, simpatizar e unicamente.. sorrir.
Todas as coisas e situações chegam para logo partir;
aceitar tudo sem resistência de expectativas,
este reto entendimento faz a pessoa fluir.
Com esforço consciente para corrigir-te
começa tua liberdade de viver.
O encanto de somente existir!
A maravilha de apenas viver!
Flexibilizar, suportar, ignorar, simpatizar e unicamente...sorrir!"
Fonte: Diretor espiritual do Centro Ramakrishna-Vivekananda, Swami Pareshanandaji, Buenos Aires, Argentina.
A Real Linguagem do Amor...
"Muitas pessoas afirmam - 'eu amo você...' num dia, para no seguinte negar tudo. Isso não é amor! Aquele cujo coração está pleno com amor a Deus, não poderá voluntariamente magoar ninguém. Quando se ama a Deus sem reservas, Ele preenche seu coração com amor incondicional por todos. Este tipo de amor nenhuma linguagem humana pode descrever. A pessoa comum é incapaz de amar dessa maneira. Centrado na sua consciência pessoal de 'eu e meu', ele ainda não descobriu o Deus todo-presente, que nele reside e nos demais.Para mim, não há diferença entre uma pessoa e outra, considero a todos como reflexos anímicos do único Senhor. Não posso pensar em ninguém como um estranho, pois sei que todos somos parte do Espírito Único.
Quando se pode experimentar o verdadeiro sentido da palavra 'religião', que é conhecer a Deus, se saberá que Ele é seu próprio SER e que existe, imparcialmente, em toda parte. Só então você será capaz de amar aos outros como seu próprio Ser...!"
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Indo além do ego, por Eckhart Tolle
ALÉM DO EGO: NOSSA VERDADEIRA IDENTIDADE
Quando o ego está em guerra, saiba que isso não passa de uma ilusão que está lutando para sobreviver. Essa ilusão pensa ser nós. A princípio, não é fácil estarmos lá como testemunhas, no estado de presença, sobretudo quando o ego se encontra nessa situação ou quando um padrão emocional do passado é ativado. No entanto, depois que sentimos o gosto dessa experiência, nosso poder de atingir o estado de presença começa a crescer e o ego perde o domínio que tem sobre nós. E, assim, chega à nossa vida um poder que é muito maior do que o ego, maior do que a mente. Tudo de que precisamos para nos livrar do ego é estarmos conscientes dele, uma vez que ele e a consciência são incompatíveis. A consciência é o poder oculto dentro do momento presente. É por isso que podemos chamá-la de presença. O propósito supremo da existência humana, isto é, de cada um de nós, é trazer esse poder ao mundo. E é também por isso que nossa libertação do ego não pode ser transformada numa meta a ser atingida em algum ponto no futuro.
O que é a compreensão da espiritualidade? A crença de que somos espíritos? Não, isso é só um pensamento. Ele está um pouco mais próximo da verdade do que a idéia de que somos a pessoa descrita na nossa certidão de nascimento, mas, ainda assim, é um pensamento. A compreensão da espiritualidade é ver com clareza que o que nós percebemos, vivenciamos, pensamos ou sentimos não é, em última análise, quem somos. É provável que Buda tenha sido o primeiro ser humano a entender isso, e dessa maneira "anata (a noção do não-eu) se tornou um dos pontos centrais dos seus ensinamentos. E, quando Jesus disse "Negue-se a si mesmo", sua intenção era afirmar: negue (e assim desfaça) a ilusão do eu. Se o eu - o ego - fosse de fato quem somos, seria um absurdo "negá-lo". O que permanece é a luz da consciência, sob a qual percepções, sensações, pensamentos e sentimentos vêm e vão. Isso é o Ser, o mais profundo e verdadeiro eu. Quando sabemos que somos isso, qualquer coisa que ocorra na nossa vida deixa de ter importância absoluta para adquirir importância apenas relativa. Respeitamos os acontecimentos, mas eles perdem sua seriedade plena, seu peso. A única coisa que faz diferença realmente é isto: podemos sentir nosso Ser essencial, o "eu sou", como o pano de fundo da nossa vida o tempo todo? Para ser mais exato, conseguimos sentir o "eu sou" que somos neste momento? Somos capazes de sentir nossa identidade essencial como consciência propriamente dita? Ou estamos nos perdendo no que acontece, na mente, no mundo?
(Eckhart Tolle - O Despertar de uma Nova Consciência)
Quando o ego está em guerra, saiba que isso não passa de uma ilusão que está lutando para sobreviver. Essa ilusão pensa ser nós. A princípio, não é fácil estarmos lá como testemunhas, no estado de presença, sobretudo quando o ego se encontra nessa situação ou quando um padrão emocional do passado é ativado. No entanto, depois que sentimos o gosto dessa experiência, nosso poder de atingir o estado de presença começa a crescer e o ego perde o domínio que tem sobre nós. E, assim, chega à nossa vida um poder que é muito maior do que o ego, maior do que a mente. Tudo de que precisamos para nos livrar do ego é estarmos conscientes dele, uma vez que ele e a consciência são incompatíveis. A consciência é o poder oculto dentro do momento presente. É por isso que podemos chamá-la de presença. O propósito supremo da existência humana, isto é, de cada um de nós, é trazer esse poder ao mundo. E é também por isso que nossa libertação do ego não pode ser transformada numa meta a ser atingida em algum ponto no futuro.
O que é a compreensão da espiritualidade? A crença de que somos espíritos? Não, isso é só um pensamento. Ele está um pouco mais próximo da verdade do que a idéia de que somos a pessoa descrita na nossa certidão de nascimento, mas, ainda assim, é um pensamento. A compreensão da espiritualidade é ver com clareza que o que nós percebemos, vivenciamos, pensamos ou sentimos não é, em última análise, quem somos. É provável que Buda tenha sido o primeiro ser humano a entender isso, e dessa maneira "anata (a noção do não-eu) se tornou um dos pontos centrais dos seus ensinamentos. E, quando Jesus disse "Negue-se a si mesmo", sua intenção era afirmar: negue (e assim desfaça) a ilusão do eu. Se o eu - o ego - fosse de fato quem somos, seria um absurdo "negá-lo". O que permanece é a luz da consciência, sob a qual percepções, sensações, pensamentos e sentimentos vêm e vão. Isso é o Ser, o mais profundo e verdadeiro eu. Quando sabemos que somos isso, qualquer coisa que ocorra na nossa vida deixa de ter importância absoluta para adquirir importância apenas relativa. Respeitamos os acontecimentos, mas eles perdem sua seriedade plena, seu peso. A única coisa que faz diferença realmente é isto: podemos sentir nosso Ser essencial, o "eu sou", como o pano de fundo da nossa vida o tempo todo? Para ser mais exato, conseguimos sentir o "eu sou" que somos neste momento? Somos capazes de sentir nossa identidade essencial como consciência propriamente dita? Ou estamos nos perdendo no que acontece, na mente, no mundo?
(Eckhart Tolle - O Despertar de uma Nova Consciência)
Para o Universo tudo tem finalidade... (Editorial)
Hoje em dia ainda há pessoas
que indagam: “Bem, pq devo ser melhor ou pq tenho que me harmonizar?” Vi em um vídeo, César Millan, o conhecido
adestrador de cães, afirmar que nenhum de seus clientes reconhece a necessidade
de “equilíbrio” e dizem: “Que vou ganhar com isso? Mais amigos, mais dinheiro,
mais amor?” Millan ainda afirmou: “Alcançar equilíbrio é a meta da vida dos
cães..!”
E temos de nos perguntar:
“Mas, não é a meta da vida humana também?”
Bom,
penso que ‘equilíbrio’ é consequência do que supomos seja nosso
‘background’. Ou melhor, o que podemos intuir, ou conceber, como ‘pano-de-fundo’
para nossa existência. Vamos imaginar nossa existência fazendo parte do Todo.
Para o Universo, tudo tem finalidade, como para o oceano tudo que há no oceano,
tem finalidade. O menor dos torvelinhos, a mais pequenina ondazinha, o menor
dos moluscos, o peixinho-limpador, o maior dos predadores...tudo, enfim, tem
finalidade. Nada está sobrando, nada em falta! O sabor e potencial do oceano
está contido na menor de suas gotas, assim como, o sabor e potencial do
Universo, da Totalidade, está embutido na menor de suas sementes. Estas ‘sementes’
todas, ao se desenvolver, haverão de manifestar a vontade e presença do Todo em
toda parte. Este ‘sabor semente’ se encontra ali dentro, na fonte da vida que
está em nós, como pulsação, como apreciação, como sapiência, como continuidade,
etc. Saber-me ‘oceânico’ ou ‘univérsico’ é destino de cada semente: a mensagem
sutil do Universo está chegando continuamente a você, mas você tem que se
tornar “receptivo”, aberto, como que de ouvido apurado para poder escutar e compreender.
Meditação é isto, ALINHAR-SE com Aquilo que é continuamente perfeito e único! O
que mais nos pode trazer equilíbrio?
Há
somente uma mensagem fluindo de modo inaudível em toda parte, porém vestida em
várias tonalidades e sabores, conforme o lugar onde é captada e transformada em
tradição religiosa: Tibet, Índia, antiga Grécia e Egito, antigos Incas e Mayas.
Esta mensagem aponta diretamente para seu coração, e diz: “Já sabe quem é você?”
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Sabedoria para Resolver Problemas, por Paramahansa Yogananda
1. "Sempre pense, primeiro, no que vai fazer e em como isso o afetará.Agir por impulso não é liberdade, pois você ficará atado aos efeitos das más ações. No entanto, ser capaz de agir quando seu discernimento lhe permite, isso sim é liberdade plena. Essa espécie de ação guiada pela sabedoria resulta em existência divina.
2. "O bom julgamento é uma expressão natural de sabedoria, mas depende diretamente da harmonia interior, que é equilíbrio mental. Quando há falta de harmonia a mente não tem paz, e, sem paz, não há nela nem discernimento nem sabedoria. A vida é cheia de altos e baixos - nas horas difíceis que requerem agudo discernimento, se preservar seu equilíbrio mental, você alcançará a vitória. A harmonia interna é o seu melhor apoio para superar a carga da vida!
3. "O mundo continuará tal como é, com seus altos e baixos. Mas, onde iremos buscar orientação? Não nos preconceitos que os hábitos criaram ou pelas influências ambientais de nossa família, de nosso país ou do mundo, mas sim, na voz da Verdade, que é o guia interior. Esta Verdade não é uma teoria, nem um sistema filosófico. A Verdade é a correspondência exata com a Realidade. Para o homem, é o inabalável conhecimento de sua real natureza, do seu próprio Ser.
4. "Todas as pessoas bem sucedidas dedicam tempo à concentração. São capazes de mergulhar fundo em suas mentes e achar as pérolas das soluções corretas para problemas que enfrentam. Se você aprende a retirar sua atenção das distrações e colocá-la num único objeto de concentração, também saberá como atrair, à vontade, o que quer que necessite."
Fonte: Livro "Onde Existe Luz", de ParamaHansa Yogananda, Self-Realization Fellowship
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
"O Único Verdadeiro Guru...", comentários de Swami Vivekananda
Como este tópico tem recebido alguma importância nos meios sociais e tem sido matéria de discussões nas escolas e até em programas de TV, oferecemos aqui alguns comentários bastante precisos e iluminados da relação guru-discípulo, pelo renomado Mestre hindú Sri Swami Vivekananda:
1. "O discípulo deve ter fé no Guru (Instrutor Espiritual). No ocidente, o professor dá somente conhecimento intelectual, e é só! Todavia, a relação com o mestre é a mais importante na vida. Meu mais caro e próximo parente é meu guru, em seguida minha mãe e logo meu pai. Minha primeira reverência é para meu guru. Se meu pai disser 'Faça isso..', mas meu guru disser 'Não faça..!', eu não faço! Pois o guru liberta minha alma, pai e mãe deram-me um corpo, mas o guru me dará renascimento da alma!"
2. "O guru deve instruir-me e conduzir-me à Luz, tornando-me um elo naquela cadeia na qual ele já faz parte. O homem nas ruas não pode dizer que é um guru. O guru deve ser alguém que conheceu e de fato realizou a divina Verdade, e que compreende a si mesmo como espírito. Um mero falastrão não pode ser guru!"
3. "Primeiro tenha algo a dar. Só ensina quem tem algo a dar, porque ensinar não é falar. Ensinar não é incutir doutrinas, é comunicar. A espiritualidade pode ser comunicada tão realmente como lhes posso dar uma flor. Isto é verdade no sentido mais literal."
4. "Como, então, é possível conhecer o guru? Em primeiro lugar, o sol não requer tochas para ser visto, não temos de acender uma vela para ver o sol. Quando o sol está surgindo, instintivamente nos tornamos conscientes de seu aparecimento. Quando um Instrutor de homens surge para nos ajudar, a alma sabe - instintivamente - que encontrou a verdade. A verdade se sustenta em sua própria evidência, não requer nenhum outro testemunho para atestá-la, ela é auto-efulgente. "
5. "Você é o maior dos livros que jamais houve ou haverá, depositário infinito de tudo que há. Até que o Instrutor interno se apresente, toda instrução externa é vã. Ela deve conduzir à abertura do livro do coração para possuir qualquer valor...!"
Fonte: "Obras Completas do Swami Vivekananda".
5.
1. "O discípulo deve ter fé no Guru (Instrutor Espiritual). No ocidente, o professor dá somente conhecimento intelectual, e é só! Todavia, a relação com o mestre é a mais importante na vida. Meu mais caro e próximo parente é meu guru, em seguida minha mãe e logo meu pai. Minha primeira reverência é para meu guru. Se meu pai disser 'Faça isso..', mas meu guru disser 'Não faça..!', eu não faço! Pois o guru liberta minha alma, pai e mãe deram-me um corpo, mas o guru me dará renascimento da alma!"
2. "O guru deve instruir-me e conduzir-me à Luz, tornando-me um elo naquela cadeia na qual ele já faz parte. O homem nas ruas não pode dizer que é um guru. O guru deve ser alguém que conheceu e de fato realizou a divina Verdade, e que compreende a si mesmo como espírito. Um mero falastrão não pode ser guru!"3. "Primeiro tenha algo a dar. Só ensina quem tem algo a dar, porque ensinar não é falar. Ensinar não é incutir doutrinas, é comunicar. A espiritualidade pode ser comunicada tão realmente como lhes posso dar uma flor. Isto é verdade no sentido mais literal."
4. "Como, então, é possível conhecer o guru? Em primeiro lugar, o sol não requer tochas para ser visto, não temos de acender uma vela para ver o sol. Quando o sol está surgindo, instintivamente nos tornamos conscientes de seu aparecimento. Quando um Instrutor de homens surge para nos ajudar, a alma sabe - instintivamente - que encontrou a verdade. A verdade se sustenta em sua própria evidência, não requer nenhum outro testemunho para atestá-la, ela é auto-efulgente. "
5. "Você é o maior dos livros que jamais houve ou haverá, depositário infinito de tudo que há. Até que o Instrutor interno se apresente, toda instrução externa é vã. Ela deve conduzir à abertura do livro do coração para possuir qualquer valor...!"
Fonte: "Obras Completas do Swami Vivekananda".
5.
Assinar:
Postagens (Atom)
OM Namah Shivaia - encontro Oriente e Ocidente
Meditação em Yoga: Em yoga Clássica, a yoga de Patanjali, ciência que demonstra a potencialidade possível ao homem, há oito passos a completar, envolvendo disciplinas tanto físicas qto. mentais. Na 1ª destas etapas, se acham disciplinas relativas à autoeducação, ou auto-controle, tais como: não violência (ahimsa), veracidade (satyagraha), continência (brahmacharya), etc. Na etapa seguinte, dita das 'observâncias', estão a prática de pureza, contentamento, esforço sobre si mesmo, estudo e consagração ao Ideal.
O 3° passo, ou 3ª pétala da Flor de Yoga, trata das posturas ou âsanas, ou seja, os modelos gestuais recomendados aos que aspiram algum domínio sobre seu corpo. A quarta etapa é dos 'pranayamas', isto é, as disciplinas necessárias ao controle da energia através da respiração. Pratyahara é a etapa em que se aprende a controlar os sentidos. Dhârana, a 6ª etapa, se ensina a concentração da atenção. O sétimo passo, denominado Dhyâna, se refere às tecnicas de introspecção ou de meditação, e o último degráu chama-se Samadhi, ou completa absorção no Ideal Espiritual.
Este é o caminho de Yoga, relevante símbolo atual do encontro entre Ocidente e Oriente.
Para ler todo o texto, click acima das postagens em 'Meditação em Yoga'.

